Vidro côncavo
Tenho sofrido poesia
como quem anda no mar.
Um enjoo. Uma agonia.
Sabor a sal. Maresia.
Vidro côncavo a boiar.
Dói esta corda vibrante.
A corda que o barco prende
à fria argola do cais.
Se vem onda que a levante
vem logo outra que a distende.
Não tem descanso jamais.
(António Gedeão, in Movimento Perpétuo, 1956)
correspondências
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*Jaime Brasil a Ferreira de Castro* (1929): .../... *«Nestas *condições,
não posso responsabilizar-me pela novela do Ferrarin, antes da primeira
semana d...
5 hours ago



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