«De qualquer maneira, o destaque ficou para os bordados do final, em dourado clarinho no fundo creme, de bolinhas que pareciam miçangas e costuravam o desenho dos azulejos portugueses.»
ETERNIDADE: canto de morte e de amor (1)
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*1. Contrição. **Eternidade*, romance de Ferreira de Castro, publicado em
1933 pela Guimarães – o primeiro na que seria a sua editora de referência
–, te...
4 days ago



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