Thursday, November 03, 2011
Wednesday, November 02, 2011
Tuesday, November 01, 2011
Any man's death diminishes me, because I am involved in mankind, and therefore never send to know for whom the bell tolls; it tolls for thee.
Saturday, October 29, 2011
... a vida... a fábrica que ela mesma, teimosamente, se fabrica...
Thursday, October 27, 2011
Wall Street
Nueva York
De un par de cañonazos, los ingleses abaten la bandera que flamea sobre el fortín y arrancan la isla de Manhattan de manos de los holandeses, que la habían comprado a los indios delaware por sesenta florines.
Dicen los delaware, recordando la llegada de los holandeses hace más de medio siglo: El gran hombre quería sólo una tierra pequeña, pequeña, para sembrar las verduras de su sopa, apenitas el espacio que una piel de toro podría cubrir. Debimos advertir entonces su espíritu fraudulento.
Nueva Ámsterdam, el mercado de esclavos más importante de América del Norte, pasa a llamarse, ahora, Nueva York; y Wall Street es el nombre de la calle de la muralla construida para que no se fuguen los negros.
(136)
(136)
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(136) McLuhan, T. C. (Compilador), Touch the Earth (A self-portrait of Indian existence), Nueva York, Simon and Schuster, 1971.
(136) McLuhan, T. C. (Compilador), Touch the Earth (A self-portrait of Indian existence), Nueva York, Simon and Schuster, 1971.
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Monday, October 24, 2011
Portuguese pavements: Eduardo Nery, Martim Moniz / Rua da Mouraria, Lisboa, Portugal
Quando a calçada sustém, explica, justifica e garante o monumento... O pavimento é o rebatimento das fachadas, com os círculos desenhados no chão, como anfiteatros, a remeterem o adro para a sua função original de convívio. Uma obra notável a precisar de respeito e atenção.
[1987/1991]
Rua da Mouraria e Martim Moniz. Pavimentação em calçada-mosaico
Imagens copiadas por mim do livro
Texto do referido livro:
PROJECTO: 1987 e 1988. EXECUTADO: Entre 1987 e 1991. COLABORAÇÃO: Arquitectos José Lamas e Carlos Santos Duarte. ENCOMENDA: EPUL- Empresa Pública de Urbanização de Lisboa. LOCALIZAÇÃO: Rua da Mouraria e adro da capela de Nossa Senhora da Saúde, Largo do Martim Moniz, Lisboa. Pavimentação em calçada-mosaico, em preto e branco, da Rua da Mouraria e do adro da capela de Nossa Senhora da Saúde. Construídos na sequência de directivas de pavimentação e de espaços exteriores, definidas em 1981 por Eduardo Nery, integrado na equipa dirigida pelos arquitectos José Lamas e Carlos Santos Duarte, vencedores do concurso para a renovação urbana do largo do Martim Moniz. Parte do pavimento e uma pequena plataforma circular, num triângulo a poente da capela, construídos entre 1990 e 1991 segundo projecto de Eduardo Nery, foram desmontados pela Câmara Municipal de Lisboa, com o novo arranjo de 1997.
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Saturday, October 22, 2011
Homem de um só parecer, / D'um só rosto, uma só fé, / D'antes quebrar, que torcer, / Ele tudo pode ser / Mas de corte homem não é.
Homem de um só parecer,
D'um só rosto, uma só fé,
D'antes quebrar, que torcer,
Ele tudo pode ser,
Mas de corte homem não é.
Thursday, October 20, 2011
Wallpaper groups. Portuguese pavements: Lisboa, Praça do Município, Eduardo Nery - p4mm
Versão da minha exclusiva responsabilidade, feita para este blogue, de uma parte (expandida no desenho) do pavimento da Praça do Município, de Lisboa, cujo autor é Eduardo Nery. Esta versão destina-se apenas a mostrar as propriedades geométricas dessa parte do pavimento.
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Wednesday, October 19, 2011
Portuguese pavements: Eduardo Nery, Praça do Município, Lisboa, Portugal
[1997/1998]
Praça do Município, Lisboa Pavimento em calçada - mosaico
Imagens copiadas por mim do livro
Imagens copiadas por mim do livro
Texto do referido livro:
PROJECTO: 1997. EXECUÇÃO DO PAVIMENTO: 1997 e 1998. ÁREA APROXIMADA: 60m x 78,5m. PROJECTO URBANÍSTICO: Arquitecto Francisco Silva Dias. EXECUÇÃO: Teixeira Duarte, S.A. e Soconstrói. LOCALIZAÇÃO: Praça do Município, Lisboa.
Desenho de pavimento em calçada - mosaico, em branco e preto, segundo o novo arranjo da Praça do Município, ditado pela construção de um parque de estacionamento subterrâneo e pela alteração do trânsito na praça.
O centro da praça, marcado pelo pelourinho, foi assinalado por uma composição circular radial sobreposta a uma quadrícula preenchida com espinhado em preto e branco.
O centro da praça, marcado pelo pelourinho, foi assinalado por uma composição circular radial sobreposta a uma quadrícula preenchida com espinhado em preto e branco.
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Sunday, October 16, 2011
"Num tempo / página infeliz de nossa história / passagem desbotada na memória / das nossas novas gerações / dormia / a nossa pátria mãe tão distraída / sem perceber que era subtraída / em tenebrosas transações..."
Vídeo:
Francis Hime - Chico Buarque / 1984
Texto:
Francis Hime - Chico Buarque / 1984
Ver a história desta canção aqui:
Este vídeo foi rodado parcialmente no calçadão de Ipanema (p2mm):
Saturday, October 15, 2011
Wednesday, October 12, 2011
Monday, October 10, 2011
"NO MEIO DO CAMINHO" (Carlos Drummond de Andrade)
(...)
O sr. Drummond de Andrade passa por ser o autor de um poema (?) ou que melhor nome tenha, a que deu o título "No meio do caminho". Essa produção corre mundo e é considerada ora obra de gênio ora monumento de estupidez. Na realidade, não é nenhuma dessas coisas, nem pertence ao estro do sr. Drummond. Com efeito, quem se der ao trabalho de examinar-lhe o texto verificará que se trata tão-somente da repetição, oito vezes seguidas, dos substantivos "meio", "caminho" e "pedra", ligados por preposições, artigos e um verbo. Não há nisto poema algum, bom ou mau. Há apenas alguns vocábulos, que podem ser encontrados facilmente no Pequeno Dicionário Brasileiro da Língua Portuguesa, revisto pelo sr. Aurélio Buarque de Holanda.
Esse pequeno fato literário fez despertar em alguns julgadores a suspeita de que se trata de um mistificador. Tem-se por vezes a impressão de que o sr. Drummond se diverte com o escândalo produzido por seus escritos, escândalo de que emergem as seguintes opiniões a seu respeito: "É um burro." "É um louco." "É superior a Castro Alves e igual a Baudelaire."
(...)
Leitura, junho de 1943
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(AUTO-RETRATO, Carlos Drummond de Andrade, Auto-retrato e outras crônicas)O sr. Drummond de Andrade passa por ser o autor de um poema (?) ou que melhor nome tenha, a que deu o título "No meio do caminho". Essa produção corre mundo e é considerada ora obra de gênio ora monumento de estupidez. Na realidade, não é nenhuma dessas coisas, nem pertence ao estro do sr. Drummond. Com efeito, quem se der ao trabalho de examinar-lhe o texto verificará que se trata tão-somente da repetição, oito vezes seguidas, dos substantivos "meio", "caminho" e "pedra", ligados por preposições, artigos e um verbo. Não há nisto poema algum, bom ou mau. Há apenas alguns vocábulos, que podem ser encontrados facilmente no Pequeno Dicionário Brasileiro da Língua Portuguesa, revisto pelo sr. Aurélio Buarque de Holanda.
Esse pequeno fato literário fez despertar em alguns julgadores a suspeita de que se trata de um mistificador. Tem-se por vezes a impressão de que o sr. Drummond se diverte com o escândalo produzido por seus escritos, escândalo de que emergem as seguintes opiniões a seu respeito: "É um burro." "É um louco." "É superior a Castro Alves e igual a Baudelaire."
(...)
Leitura, junho de 1943
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No meio do caminho
No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.
Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra.
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NO MEIO DO CAMINHO na voz de Carlos Drummond de Andrade
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Ver um pouco da estória deste poema e traduções:
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Neste blogue:
Carlos Drummond de Andrade
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Thursday, October 06, 2011
Wallpaper groups. Tiles / Tissues: Brasil, Rio de Janeiro, Blue Man - p4mm
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Monday, October 03, 2011
Thursday, September 29, 2011
Wallpaper groups. Tissues: Portugal, «Hospitais da Universidade de Coimbra» - p3
Versão da minha exclusiva responsabilidade, feita para este blogue, de um padrão p3. Esta imagem não tem qualquer correspondência (que eu saiba) com tecidos originais dos HUC. Ver:
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Monday, September 26, 2011
Thursday, September 22, 2011
Wallpaper groups. Tissues: Portugal, «Hospitais da Universidade de Coimbra» - p3
Versão da minha exclusiva responsabilidade, feita para este blogue, de um padrão p3. Na primeira imagem a "densidade" das letras sobre o fundo branco é menor e aproximadamente igual à dos tecidos originais. Estas imagens não têm qualquer correspondência (que eu saiba) com material actualmente existente nos HUC. Ver:
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Monday, September 19, 2011
O menino e o poeta / The boy and the poet [uma curta-metragem de Luiz Duarte]
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Carlos Drummond de Andrade (in Copacabana)
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«O MENINO E O POETA é um filme de curta-metragem do dramaturgo e diretor Luiz Duarte. O filme, com 16 minutos de duração, mostra o início da amizade de um menino de rua, com o poeta Carlos Drummond de Andrade, representado por sua escultura (estátua) que existe na orla da praia de Copacabana, e que hoje se transformou em ponto turístico do bairro. No filme a escultura ganha vida para o menino, e passam a conversar sobre diversos assuntos, onde a vida, a morte, e a própria poesia são temas centrais. Para o autor e diretor do filme, O menino e o poeta, é um exercício de poesia audiovisual e uma homenagem ao poeta Carlos Drummond de Andrade. FATO INÉDITO: Independentemente do conteúdo poético e cinematográfico, a grande notícia é que com essa produção Luiz Duarte faz uma extraordinária inovação e contribuição para a dramaturgia no cinema. Pela primeira vez na história audiovisual, a voz de uma personagem ficcional (falas que o texto exigia) foi inteiramente recriada digitalmente a partir de amostras da voz da verdadeira personagem (voz verdadeira de Carlos Drummond de Andrade). Foi preciso quase um ano de trabalho, para que o diretor pudesse desenvolver a técnica e fazer com que o próprio poeta Drummond, "falasse" as suas falas escritas no roteiro. A personagem do menino é interpretada por Wallace Coutinho de Souza. Mais informações em www.luizduarte.com »
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Thursday, September 15, 2011
Wallpaper groups. Tissues: Portugal, «Hospitais da Universidade de Coimbra» - p4
Versão da minha exclusiva responsabilidade, feita para este blogue, de um padrão p4. Esta imagem não tem correspondência com os tecidos originais. Procurei apenas respeitar as suas cores e dimensões. Os tecidos originais podem ser vistos aqui:
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«desenhos» are all drawn by Jorge Rezende
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Monday, September 12, 2011
A força poética do conhecimento científico [numa crónica de Carlos Drummond de Andrade]
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«A descoberta é a própria poesia»
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«A descoberta é a própria poesia»
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«ah, que sei apenas escrever a palavra estrela, e jamais descobrirei uma...»
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O COMPANHEIRO OCULTO DE AITKEN-14
Cada vez sinto mais a força poética do conhecimento científico. Poeta, para mim, neste momento, é Ronaldo Rogério de Freitas Mourão, astrônomo-chefe da Seção de Equatoriais do Observatório Nacional. Seus livros de versos não contêm versos, embora obedeçam à métrica mais exigente: a micrométrica. Usa o menor número possível de palavras; exprime-se por algarismos, com rigor matemático. Entretanto, Rogério vê o invisível, o que me parece ser o objeto principal da poesia, e resultado que raros poetas conseguem obter em raros instantes de felicidade verbal.
Ver o invisível? Isso mesmo. Armado de poderosas lentes de observatório, não se satisfaz com o que elas lhe revelam; vai além, e, a poder de cálculos, identifica, suspensos no espaço, corpos alheios à vista humana. Ainda agora, descobriu o companheiro oculto de Aitken-14, estrela dupla.
As estrelas duplas são o forte desse moço pesquisador celeste que já editou quatro séries de dados sobre pares de estrelas, fruto de observação própria. O catálogo do Lick Observatory, em 1964, informa sobre a existência conhecida, até 1960, de 64.247 estrelas duplas. Nesse universo fantástico, Ronaldo se move com a perícia (e a intuição poética) do caçador submarino que fisga espécies novas para oferecê-las ao conhecimento humano.
Estrelas duplas, ou binárias, são as que se apresentam com características comuns de posição e movimento. O padre O'Grady, em seu dicionário do céu, salva minha ignorância, anotando que a origem desses sistemas estelares ainda é objeto de discussão; admite-se geralmente que as duplas resultam da divisão de estrelas simples, do mesmo modo que, ao se dividirem as duplas, se criam as triplas, e assim por diante. Seja como for, o certo é que a imagem desses astros conjugados em órbita é de extraordinária eficácia lírica. A relação amorosa fatalmente se insinua no conhecimento científico, ou este é que o sugere. Estrelas que não querem viver desgarradas, que se prendem por uma necessidade maior, denunciada pelo Dante: l'amor che move il sole e l'altre stelle. O verso medieval não se gastou, depois de tão repetido pela demagogia poética: a ciência de nossos dias o comprova.
Aitken-14 não se satisfez com a existência geminada; guarda consigo o segredo de outra companhia, de que Rogério Mourão foi descobridor à custa de muita e ordenada pesquisa, ele que retificou as medidas internacionais da Dunlop-203 e devassa o céu noturno, sem Lua, por meio de uma "câmara todo-céu", de sua concepção. Que companhia é esta, invisível mas pulsante na página cheia de números? A objetiva mais poderosa ainda não logrou captá-la. Não há imagem brilhante, disco estelar, anéis de difração. Tudo está entre Rogério e a folha de cálculos enigmáticos para nós leigos, mas isto se move, isto vibra, e amanhã, daqui a não sei quantos anos, terá conhecida sua natureza, sua composição, seu mistério; será talvez pisado por pés de homem. Segundo o Informe JB, que dá a notícia, Rogério sabe que tão cedo sua descoberta não será cantada em prosa e verso. Nem precisa de canto. A descoberta é a própria poesia. Forma diversa da usada habitualmente para manifestar a criação poética, e mais direta: a criação do próprio fato de poesia, abstração tornada realidade. Não, Ronaldo Rogério de Freitas Mourão não necessita de prosa ou verso, ou versiprosa, para que visualizemos sua estrela oculta: ela está luzindo com apenas ser enunciada, e daqui lhe confesso minha inveja: ah, que sei apenas escrever a palavra estrela, e jamais descobrirei uma...
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Jornal do Brasil, 26/05/70-
Thursday, September 08, 2011
Tissues / Tecidos: Hospitais da Universidade de Coimbra
Os meus agradecimentos a quem trabalha nos HUC, particularmente em Ortopedia A.
As fotografias dos tecidos são de minha autoria.
Desafio os leitores a verem quais são as simetrias existentes nestes tecidos.
Wednesday, September 07, 2011
NÃO [de uma crónica de Carlos Drummond de Andrade]
Um jornal de Belo Horizonte andou perguntando a seus leitores qual a melhor frase de autor mineiro.
(...)
E, depois de muito hesitar, admito que acabaria optando por uma solução bem simples. A melhor frase de escritor mineiro não é de escritor nem é uma frase. Está nos Autos de Devassa da Inconfidência Mineira, volume IV, página 35, e seu autor é Tiradentes:
"E insistindo nisto, por mais instâncias, que se lhe fizeram... não teve que lhe responder, mais que uma simples, e fria negação."
Este não, simples e frio, diante do opressor, parece-me uma boa frase. Porque boa frase, para mineiros, é muitas vezes o silêncio.
Leitura, setembro 1949
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Monday, September 05, 2011
Friday, September 02, 2011
Wallpaper groups. Portuguese tiles: Eduardo Nery - p4gm
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Versão da minha exclusiva responsabilidade, feita para este blogue, de azulejos de Eduardo Nery, com um eixo de reflexão numa diagonal. As cores e as combinações de cada azulejo também são da minha exclusiva responsabilidade.
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1938: Eduardo José Nery de Oliveira nasceu na Rua 28 de Infantaria, Figueira da Foz, a 2 de Setembro, filho da escritora Maria Elisa Nery de Oliveira e do engenheiro Sebastião José de Oliveira, sucedendo ao seu irmão António e antecedendo o irmão Fernando. (...) [para continuar a ler clique neste texto]-
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